Atendendo a um pedido de servidores públicos municipais e da população, a equipe do Grita Ubatã esteve na manhã desta quarta-feira (29), na Câmara Municipal de Ubatã, para lançar um desafio aos 11 vereadores do município.
O desafio foi direcionado aos vereadores Márcio do Leite, Gabriel Nascif, Juliano da Nutrical, Betinho Miranda, Bomfim da Nutrical, Júnior de Reinan, Paulo Silva, Deivinho Muniz, Vado Alexandreino, Ítalo Brito e Diego da Igreja.
Segundo o Grita Ubatã, os parlamentares devem se posicionar de forma firme diante da situação enfrentada pelos trabalhadores das cooperativas que prestam serviços à Prefeitura. A proposta apresentada é que os vereadores não aprovem nem assinem projetos de interesse do Poder Executivo enquanto os servidores contratados pelas cooperativas continuarem com salários atrasados. De acordo com os trabalhadores, os vencimentos estão em atraso há cerca de quase dois meses.
Durante a visita à Câmara, também foi defendido que o caso seja encaminhado ao Ministério Público para apuração de possíveis irregularidades envolvendo os atrasos salariais e a atuação das cooperativas. Já chega de chacota, com a cara dos servidores, a prefeitura diz que já repassou o dinheiro para as cooperativa, mas a cooperativa diz que não e fica nessa bagunça generalizada.
O desafio foi estendido ainda ao controlador-geral do município, Alexandre Curriel. Conforme relatos de servidores ouvidos pelo Grita Ubatã, há insatisfação com a atuação do órgão de controle interno. Os trabalhadores afirmam que esperam uma fiscalização mais rigorosa e uma postura mais efetiva diante das denúncias envolvendo a administração municipal.
Servidores e moradores também cobram uma atuação mais firme do Poder Legislativo. Para eles, utilizar a tribuna para discursos não é suficiente se não houver providências concretas para fiscalizar o Executivo e comunicar aos órgãos competentes eventuais irregularidades.
Ao final da manifestação, o Grita Ubatã reafirmou a cobrança por respeito aos servidores públicos, pela regularização imediata dos salários atrasados e defendeu que o município deixe de contratar trabalhadores por meio de cooperativas, alegando que esse modelo tem causado prejuízos aos profissionais e à prestação dos serviços públicos.
A reportagem reforça que o espaço permanece aberto para que a Prefeitura de Ubatã, a Controladoria Geral do Município, as cooperativas envolvidas e os vereadores citados possam apresentar seus esclarecimentos sobre o assunto.
Crédito de Imagem: repórter Nal Santos/ Grita Ubatã






Servidores e população pedem providências; Grita Ubatã lança desafio aos 11 vereadores sobre cooperativas com salários atrasados
Atendendo a pedidos de servidores públicos municipais e de moradores de Ubatã, a equipe do Grita Ubatã esteve, na manhã desta quarta-feira (29), na Câmara Municipal para lançar um desafio aos 11 vereadores do município.
O desafio foi direcionado aos vereadores Márcio do Leite, Gabriel Nascif, Juliano da Nutrical, Betinho Miranda, Bomfim da Nutrical, Júnior de Reinan, Paulo Silva, Deivinho Muniz, Vado Alexandreino, Ítalo Brito e Diego da Igreja.
Segundo o Grita Ubatã, a proposta é que os parlamentares não aprovem nem assinem projetos de interesse do Poder Executivo enquanto não houver uma solução para o pagamento dos salários atrasados dos trabalhadores vinculados às duas cooperativas que prestam serviços ao município. De acordo com os servidores, os pagamentos estão com dois meses de atraso.
Durante a gravação do vídeo, também foi defendido que a situação seja levada ao Ministério Público para apuração de possíveis irregularidades relacionadas aos atrasos e à contratação das cooperativas.
O desafio também foi estendido ao controlador-geral do município, Alexandre Curriel. Conforme relatos de servidores ouvidos pelo Grita Ubatã, há insatisfação com a atuação do órgão de controle interno. Na avaliação apresentada pelos trabalhadores, o controlador não estaria adotando medidas efetivas diante das irregularidades apontadas, o que, segundo eles, contribui para a falta de fiscalização da administração municipal.
Servidores e moradores afirmam que esperam uma postura mais firme da Câmara Municipal na fiscalização do Executivo. Para eles, discursos na tribuna não são suficientes sem ações concretas, como a adoção de medidas legais e o encaminhamento de denúncias aos órgãos competentes quando houver indícios de irregularidades.
Ao final da manifestação, o Grita Ubatã reforçou a cobrança por mais respeito ao dinheiro público, pela regularização imediata dos salários atrasados e defendeu que o município deixe de utilizar cooperativas para a contratação de mão de obra, evitando que situações semelhantes voltem a ocorrer.
O espaço permanece aberto para manifestação da Prefeitura de Ubatã, da Controladoria Geral do Município, das cooperativas citadas e dos vereadores mencionados, caso desejem apresentar esclarecimentos sobre o assunto.