Ubatã, BA — O que deveria ser um momento de celebração, união e fé para a comunidade evangélica ubatense transformou-se em um verdadeiro cenário de desrespeito e indignação. A tão aguardada Festa do Dia do Evangélico de 2026, agendada para o dia 31 de outubro, foi cancelada de forma extraoficial pela gestão do prefeito Vinícius do Vale (Tinho), deixando a população perplexa e a liderança religiosa sem qualquer esclarecimento formal.
O cancelamento veio como um “balde de água fria” sobre a comunidade. A data já estava consolidada no calendário oficial do município, e o evento contava inclusive com o anúncio público do lançamento marcado para este dia 31, amplamente divulgado nas redes sociais pela empresa Serquip Produções. No entanto, na tarde desta sexta-feira, fiéis e organizadores foram surpreendidos por notícias de bastidores informando que a festa municipal não seria mais realizada.
Silêncio ensurdecedor da Prefeitura
O ponto mais grave e desrespeitoso de todo o episódio é a total falta de transparência da Prefeitura Municipal de Ubatã. Até o fechamento desta matéria, a página oficial da prefeitura nas redes sociais e nos canais de comunicação institucional mantinha um silêncio absoluto.
Não houve nota oficial, não houve pronunciamento público e tampouco uma explicação técnica, financeira ou logística para o cancelamento repentino. Por que a gestão Tinho do Vale preferiu agir nos bastidores a dar a cara a tapa e justificar sua decisão ao povo? O dinheiro público e o planejamento do evento não exigem prestação de contas?
A força da Igreja contra o descaso público
Diante da omissão e da ausência de apoio logístico ou financeiro por parte da Prefeitura Municipal de Ubatã (PMU), a resistência e a união da comunidade evangélica falaram mais alto.
No último dia 20 de outubro — data do feriado municipal —, pastores, ministros e líderes de diversas denominações uniram forças por conta própria e organizaram um grande culto de louvor e agradecimento na praça. Sem a estrutura do poder público, a liderança evangélica provou que a fé do povo ubatense não depende da vontade política da gestão municipal, mas exige o respeito que lhe é de direito.
Um feriado que virou símbolo de descaso
A festa em praça pública não é apenas um evento festivo; trata-se do cumprimento de uma diretriz cultural e religiosa garantida por lei municipal. O cancelamento de última hora, somado à falta de explicações oficiais por parte do prefeito Tinho do Vale, escancara uma grave falha de planejamento e uma postural omissa diante de um segmento expressivo da população ubatense.
A comunidade evangélica de Ubatã e o povo em geral agora cobram: Onde está a nota oficial da Prefeitura? Qual foi o real motivo do cancelamento? E até quando a gestão municipal vai tratar compromissos públicos com tamanho descaso?
O site Grita Ubatã segue de olho e com o espaço aberto para que a Prefeitura de Ubatã e o prefeito Tinho do Vale se posicionem oficialmente e deem as explicações que a população merece ouvir
















